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Ontem - mais uma vez - me senti extremamente feliz em rever e estar com meus alunos e amigos do JP. A energia, a amizade e o cuidado com que nós nos consideramos é um grande presente, uma dádiva mesmo. Por isso quero compartilhar com eles esta música que ouvi ontem  no rádio ao sair da escola e que me fez ver, mais uma vez, perceber a importância que têm em minha vida.

E, claro, serve também para agradecer a eles e a Deus por tudo isso.


Caçador de Mim (Milton Nascimento)

Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
Eu caçador de mim

Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar
Longe do meu lugar
Eu, caçador de mim

Nada a temer senão o correr da luta
Nada a fazer senão esquecer o medo
Abrir o peito a força, numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçador de mim

4 notes

Faz tempo que não passo por aqui… Faz quase um ano que não escrevo, que não digo nada… Para variar, com meu pessimismo natural, não acho que o que escreva seja importante. Mas vejo que é importante que eu escreva. Vai que funciona…
Ando estranho. Ando em busca. Ando dolorido das palavras e das coisas que eu mesmo me fiz ao não saber o tempo certo de encerrar as coisas. É, eu sei, escrevendo assim ninguém vai entender nada… Mas explico, eu cometi erros e não quero cometê-los mais. Eu errei e estou buscando me perdoar por isso - este único perdão que interessa.
E não, por favor, não se preocupe com este seu amigo, porque está tudo superado. Basta continuar neste caminho: escrevendo, olhando para dentro, olhando para fora, amando, ficando triste na hora em que é possível ficar triste e superando… e consequentemente - a coisa melhor de se fazer - deixando de tentar ser feliz para ser feliz. Eu sou, nós somos. Simples assim.
Estou de volta, com toda a força e bobagens possíveis.

Faz tempo que não passo por aqui… Faz quase um ano que não escrevo, que não digo nada… Para variar, com meu pessimismo natural, não acho que o que escreva seja importante. Mas vejo que é importante que eu escreva. Vai que funciona…

Ando estranho. Ando em busca. Ando dolorido das palavras e das coisas que eu mesmo me fiz ao não saber o tempo certo de encerrar as coisas. É, eu sei, escrevendo assim ninguém vai entender nada… Mas explico, eu cometi erros e não quero cometê-los mais. Eu errei e estou buscando me perdoar por isso - este único perdão que interessa.

E não, por favor, não se preocupe com este seu amigo, porque está tudo superado. Basta continuar neste caminho: escrevendo, olhando para dentro, olhando para fora, amando, ficando triste na hora em que é possível ficar triste e superando… e consequentemente - a coisa melhor de se fazer - deixando de tentar ser feliz para ser feliz. Eu sou, nós somos. Simples assim.

Estou de volta, com toda a força e bobagens possíveis.

Convido  a todos os amigos (principalmente) e até os inimigos (para falar mal)  para assistir à duas peças minnhas. Na próxima quarta, dia 12, feriado,  às 19h teremos “A Claque”, com o elenco de professores do Novomundo. E  às 20h, no mesmo dia e local, teremos “Coisas de Marmota”, na mostra  competitiva do Festival Estudantil de Teatro. Contamos com  sua  presença, seja lá qual for o motivo - afinal, a entrada é ratuita. Vamos  lá? Ah, sim, será no teatro municipal de Santos.

Convido a todos os amigos (principalmente) e até os inimigos (para falar mal) para assistir à duas peças minnhas. Na próxima quarta, dia 12, feriado, às 19h teremos “A Claque”, com o elenco de professores do Novomundo. E às 20h, no mesmo dia e local, teremos “Coisas de Marmota”, na mostra competitiva do Festival Estudantil de Teatro. Contamos com sua presença, seja lá qual for o motivo - afinal, a entrada é ratuita. Vamos lá? Ah, sim, será no teatro municipal de Santos.

5 notes

Arissa

É, parece que tem muita coisa errada mesmo. A notícia vinda assim, na inesperada hora só revela o inesperado de tudo da vida. Tento me apegar a algumas ideias, algumas esperanças, alguma força e algumas imagens e vejo muitas…

Do lado direito da sala – para quem dá aula – estava a Arissa, sempre perto da Larissa, da Ana… Ela sempre me fazia perguntas pertinentes e questionava tudo: a ordem, a desordem, a matéria, a nota, a vida – tudo numa calma e numa justiça de valor absoluto. Valores que muita gente que conheço não tem. E você tinha de sobra…

Do lado direito da sala – de quem vê a classe inteira sentada – eu sempre via a Arissa. No inverno, graciosa na sua mistura de cores perfeitas e sorriso e lãs e estilo. Sempre com a sombra marcada nos olhos, destacando mais ainda o que ela tinha de melhor: o olhar sobre o mundo.

Eu não sei o que pensar, Arissa. Estou confuso. Já estava quando soube de você longe. Tudo isso deve fazer algum sentido de alguma maneira que eu não tenho a capacidade de saber. E você – na sua sempre sabedoria – deve compreender melhor.

Que saudade, Arissa. Que coisa dura para se pensar por muito tempo, que falta você fez e já faz – lá – do lado direito da sala, para quem dava aulas para você. Ou melhor, para quem aprendeu belezas simples (e as melhores) com você.

9 notes

Se7e séries que não dá para morrer sem ver… 

- Arquivo X (X Files)
- Lost
- 24 Horas (24)
- Anos Incríveis (Wonder Years)
- Anos Rebeldes
- Contratempos (Quantum Leap)
- Seinfield


Se7e séries que não dá para morrer sem ver…


- Arquivo X (X Files)

- Lost

- 24 Horas (24)

- Anos Incríveis (Wonder Years)

- Anos Rebeldes

- Contratempos (Quantum Leap)

- Seinfield

“Vejo Você no Próximo Verão”

Fui ao cinema hoje. E foi bom… A sala Unibanco de cinema – em Santos – talvez seja a única exceção neste mundo bizarro das salas de cinema da Baixada. Tá – o Cinemark na ponta da praia também – já que dá a opção de filmes legendados para mortais comuns como eu e você. Isto porque obviamente o Cine Roxy não está preocupado em como as pessoas vêm filmes e – sim – como o maior número de pessoas entre (pagando) em suas salas… Mas, este é um assunto para outro dia (não percam o inédito “São Vicente, o cinema com comentários em voz alta”).
“Vejo Você no Próximo Verão” é o filme dirigido e estrelado por Philip Seymour Hoffman. Doce, amargo, vibrante e silencioso – o filme faz a segunda-feira à tarde ter outro sabor, outro valor, outro aspecto. Faz, em si, um dia comum como este valer à pena.
Pontos altos para a trilha sonora (Evan Lurie, Dave’s True Story, Bill Evanse outros nomes estranhos para mim). Diálogos e situações que somente eu (ainda me mato por isso) deu risada na sala de cinema – tudo muito sutil e pontual. A simples história do motorista de limusine que se apaixona pela problemática “telemarketing” se desenvolve lentamente e não sem sabor. Mas o que fica bonito mesmo na tela é a pouca filosofia e a doçura de sobra ao mostrar – mais uma vez – que o amor não é uma coisa fácil.
Menos descolado que muitos outros e mais despretensioso que tantos filmes que tentam desvendar as entrelinhas das relações, este “Vejo Você…” é coerência pura: você muda, a vida muda; você ama, se abre e a vida ama do jeito dela e se abre – seja lá o que for que isto quer dizer.
Este é um pseudo-texto para falar deste filme que ficará – provavelmente – apenas uma semana em cartaz.
É bom escrever assim despretensiosamente. Apesar de ser jornalista e professor não tenho a obrigação – aqui – de ser nem um nem outro. É só o JRoberto mesmo: o bom, o mau e o feio.
Outros filmes e texto em breve.

“Vejo Você no Próximo Verão”

Fui ao cinema hoje. E foi bom… A sala Unibanco de cinema – em Santos – talvez seja a única exceção neste mundo bizarro das salas de cinema da Baixada. Tá – o Cinemark na ponta da praia também – já que dá a opção de filmes legendados para mortais comuns como eu e você. Isto porque obviamente o Cine Roxy não está preocupado em como as pessoas vêm filmes e – sim – como o maior número de pessoas entre (pagando) em suas salas… Mas, este é um assunto para outro dia (não percam o inédito “São Vicente, o cinema com comentários em voz alta”).

“Vejo Você no Próximo Verão” é o filme dirigido e estrelado por Philip Seymour Hoffman. Doce, amargo, vibrante e silencioso – o filme faz a segunda-feira à tarde ter outro sabor, outro valor, outro aspecto. Faz, em si, um dia comum como este valer à pena.

Pontos altos para a trilha sonora (Evan Lurie, Dave’s True Story, Bill Evanse outros nomes estranhos para mim). Diálogos e situações que somente eu (ainda me mato por isso) deu risada na sala de cinema – tudo muito sutil e pontual. A simples história do motorista de limusine que se apaixona pela problemática “telemarketing” se desenvolve lentamente e não sem sabor. Mas o que fica bonito mesmo na tela é a pouca filosofia e a doçura de sobra ao mostrar – mais uma vez – que o amor não é uma coisa fácil.

Menos descolado que muitos outros e mais despretensioso que tantos filmes que tentam desvendar as entrelinhas das relações, este “Vejo Você…” é coerência pura: você muda, a vida muda; você ama, se abre e a vida ama do jeito dela e se abre – seja lá o que for que isto quer dizer.

Este é um pseudo-texto para falar deste filme que ficará – provavelmente – apenas uma semana em cartaz.

É bom escrever assim despretensiosamente. Apesar de ser jornalista e professor não tenho a obrigação – aqui – de ser nem um nem outro. É só o JRoberto mesmo: o bom, o mau e o feio.

Outros filmes e texto em breve.

Se7e louras

Kim Basinger
Marilyn Monroe (óbvio, mas claro)
Jane Mansfield
Hebe Camargo
Charlize Theron
Mary Stuart Masterson 
Vera Fischer

Se7e louras

  • Kim Basinger
  • Marilyn Monroe (óbvio, mas claro)
  • Jane Mansfield
  • Hebe Camargo
  • Charlize Theron
  • Mary Stuart Masterson
  • Vera Fischer

Se7e peças para não esquecer
 
A Vida é Cheia de Som e Fúria
Nuvem de Calças
Algemas do Ódio
Leila Baby
Fulano e Cicrano
As Olívias Palitam
Aldeotas

Se7e peças para não esquecer

 

  • A Vida é Cheia de Som e Fúria
  • Nuvem de Calças
  • Algemas do Ódio
  • Leila Baby
  • Fulano e Cicrano
  • As Olívias Palitam
  • Aldeotas

Se7e coisas Lost

Sayd descobrindo Mikhail
Jack dizendo questionando Locke sobre o quanto é difícil acreditar
Reencontro de Hurley e Libby
Jack e o pai entendendo tudo
Desmond e Penny no telefone
Vincent consolando Jack
O episódio “The Greatest Hits”

Se7e coisas Lost

Sayd descobrindo Mikhail

Jack dizendo questionando Locke sobre o quanto é difícil acreditar

Reencontro de Hurley e Libby

Jack e o pai entendendo tudo

Desmond e Penny no telefone

Vincent consolando Jack

O episódio “The Greatest Hits”

1 note

Se7e filmes que nunca vi e que só faltam me bater por causa disso…

Rain Man
La Dolce Vita
O Último Tango em Paris
Crepúsculo
Rei Leão
Conduzindo Miss Daysi
Laços de Ternura

Se7e filmes que nunca vi e que só faltam me bater por causa disso…

Rain Man

La Dolce Vita

O Último Tango em Paris

Crepúsculo

Rei Leão

Conduzindo Miss Daysi

Laços de Ternura